POTENCIAL DE AÇÃO DO ÓLEO DE ALECRIM CONTRA ESPÉCIES DE CANDIDAS

O óleo mostrou eficácia em diluições de 1-2% para C. albicans

O uso crônico de antimicrobianos pode alterar a microbiota residente da cavidade oral trazendo como consequência o crescimento de microorganismos potencialmente patogênicos. Esses fármacos são muito utilizados para o tratamento da candidíase e, a fim de restringir o uso de materiais sintéticos, tem-se aumentado os estudos para obtenção de métodos alternativos naturais para combater o crescimento de microorganismos (COSTA et al., 2009).

Sabe-se que as plantas são utilizadas para obtenção de medicamentos, as quais representam uma fonte de produtos naturais biologicamente ativos, com propriedades físico-químicas e biológicas adequadas para produção de fármacos (CLEFF, 2008).

Na literatura são encontradas diversas plantas medicinais, entre as quais podemos citar o Rosmarinus officinalis, conhecida popularmente como alecrim-decheiro, alecrim-das-hortas, alecrim-comum, alecrimverdadeiro e rosmaninho. O alecrim é uma planta
encontrada na Região Mediterrânea e é cultivado em todo o território brasileiro, sendo muito utilizado para consumo (SOUSA, CONCEIÇÃO, 2007).

A atividade antifúngica do óleo essencial de R. officinalis (alecrim) já foi descrita por SACCHETTI et al., (2005), LIMA et al., (2006), POZZATTI et al., (2008), havendo variabilidade quanto ao tipo de
microrganismos e técnica utilizada. Conhecendo o aumento das infecções fúngicas e diante da atividade do óleo essencial, assim como baixo custo e fácil acesso, há um interesse em realizar estudos a fim de obter novos antifúngicos com bases naturais.

Assim, o objetivo desse trabalho foi avaliar a atividade antifúngica do óleo essencial de Rosmarinus officinalis (alecrim) sobre a cinética do crescimento de Candida albicans (ATCC289065) e Candida tropicalis (ATCC40042).

As cepas de C. albicans mostraram-se mais susceptíveis, apresentando resultados mais satisfatórios para a atividade antifúngica do óleo essencial a 1% e 2%, com destaque de maior efeito diante do maior tempo de contato.

Referência: de Melo Freire, Isabelle Cristine et al. ATIVIDADE ANTIFÚNGICA DO ÓLEO ESSENCIAL DE ROSMARINUS OFFICINALIS SOBRE A CINÉTICA DO CRESCIMENTO DE CANDIDA ALBICANS E CANDIDA TROPICALIS. Revista Brasileira de Ciências da Saúde. v. 16, n. 3 (2012)

Link do artigo: http://periodicos.ufpb.br/…/in…/rbcs/article/view/13538/7938

 

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