PATCHOULI OLD (RESERVA SELECIONADA LASZLO)

Como um bom vinho, o óleo de patchouli que envelheceu e enriqueceu seu aroma e qualidade para perfumaria.

No final dos anos 60, os hippies se encharcavam com o perfume exótico do patchouli (Pogostemon cablin), certamente atraídos por suas origens orientais e pela sua reputação como afrodisíaco.

A fragrância do patchouli inicialmente chegou ao mundo ocidental enrolada dentro de tapetes turcos e persas. Os fabricantes dos tapetes acrescentavam folhas secas de patchouli por causa de suas propriedades de repelir insetos e mariposas, e o perfume começou a ser associado com o luxo. Depois começaram a vir os chales e as roupas indianas perfumadas de patchouli e que fizeram história por várias gerações.

Há quase um século atrás, um fato mudou radicalmente o aroma do óleo de patchouli conhecido até aquela época. O preço do patchouli na Índia estava tão barato que um empresa de fragrâncias resolveu importar contêiners contendo fardos com folhas de patchouli para serem destiladas na França. Pelos cálculos feitos, sairia mais barato destilar o óleo na França das folhas importadas que comprá-lo já destilado da Índia. O navio viajou mais do que o esperado, e quando chegou depois de 30 dias, ao abrirem os contéiners, todos tomaram um susto: as folhas estavam todas mofadas. Resolveram então não jogar fora aquelas folhas e puseram-nas no destilador. E dali saiu o melhor óleo de patchouli já sentido no mundo até aquele momento!

Estava assim descoberto que o perfume do patchouli se desenvolve por meio de um lento processo de oxidação que pode ser acelerado pela fermentação de suas folhas. Contudo há um ponto limite deste processo que se passar do necessário, faz com que o cheiro do óleo fique ruim, pois as folhas apodrecem.

Após uma década de garrafas guardadas em empresas de perfumaria contendo óleo de patchouli, notou-se que os anos posteriores à destilação, o óleo armazenado continuava oxidando-se, mas sem o risco de apodrecimento de suas folhas. E a cada ano, como ocorre com os bons vinhos, seu aroma fica cada vez melhor. Isso levou algumas empresas no exterior a estocar tambores de patchouli, de forma semelhante à que acontece com o whisky, o vinho ou o conhaque, para sua venda subsequente a alguns anos de melhoria da sua qualidade olfativa.

A Laszlo traz ao Brasil, com exclusividade, uma reserva selecionada de óleo de patchouli com nada menos que 5 anos de envelhecimento. É um produto nobre, extremamente aromático e que continuou seu ciclo de oxidação natural guardado em tonéis que permitiram um envelhecimento natural do óleo, apurando seu perfume. Como ocorre com os melhores vinhos, agora você tem um óleo de patchouli envelhecido e de perfume inigualável para criação dos melhores perfumes e vivencias inesquecíveis.

* É importante destacar que estes óxidos formados não tornam o óleo de patchouli tóxico ou alergênico, diferente de óxidos formados em outros óleos essenciais. Mas sugerimos que seu uso se restrinja a aplicação externa.

Autor:
Fábián László
Cientista aromatólogo

 

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