Manjericão Santo remove flúor da água e beneficia a glândula pineal

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Uma planta chamada Tulsi, ou Manjericão Santo (Ocimum tenuiflorum), que cresce por toda a Índia pode ser apenas outra resposta para retirar o flúor da água em países pobres em todo o mundo. Cientistas da Universidade de Rajasthan descobriram que o Tulsi pode substituir algumas das alternativas mais caras para a remoção de flúor.

Os investigadores conduziram o experimento em uma aldeia de Narketpally, imergindo 75 mg de folhas de manjericão santo em 100ml de água que tinha mais de 7 partes de flúor por milhão de água. Após a imersão das folhas em água durante apenas 8 horas, o flúor foi reduzido para apenas 1,1 partes por milhão. A Organização Mundial de Saúde diz que os níveis “seguros” de flúor na água não são mais do que uma parte por milhão.

Com a recente admissão da Universidade de Harvard que o flúor é ruim para a saúde, e as notícias continuadamente apontam para o flúor sendo responsável por esgotar a capacidade do cérebro causando déficit de atenção, ou mesmo calcificando a glândula pineal, (que inibe importantes secreções hormonais como a melatonina e serotonina, e DMT), é uma notícia maravilhosa de que um remédio tão simples foi encontrado.

Alguns perigos do flúor

Como mencionado, o flúor tem sido associado a diversas consequências para a saúde, e por uma boa razão: é tóxico.

Um estudo de Harvard explica: “As crianças em áreas de alta quantidade de flúor tinham significativamente menor QI do que aqueles que viviam em áreas de baixa quantidade de flúor”.

A EPA teve declarações semelhantes, demonstrando como o flúor apresenta “evidência de neurotoxicidade de desenvolvimento” e pode danificar os bebês em gestação. “O flúor atravessa facilmente a placenta. A exposição ao flúor para o cérebro em desenvolvimento, que é muito mais suscetível a danos causados por substâncias tóxicas do que o cérebro maduro, pode, eventualmente, levar a danos de natureza permanente”.

Um documento intitulado Fluride – A Modern Toxic Waste diz o seguinte: documentos de uma pesquisa mostram que o flúor aumenta a taxa de crescimento do tumor [de câncer] em 25% em apenas 1 ppm, produz tumores melanóticos, transforma células normais em células cancerosas e aumenta a carcinogênese de outros produtos químicos.

Foi mostrado em 1977 que a fluoretação da água provoca cerca de 10.000 mortes por câncer em estudos epidemiológicos por Dr. Dean Burk, o ex-chefe da Seção de citoquímica no Instituto Nacional do Câncer e Yiamouyiannis.

Para os países pobres, o uso de Tulsi para a purificação de água é o ideal, mas também para as nações “civilizadas” que colocam flúor na água potável, para começar. Talvez possamos ignorar os filtros de água mais caros e usar a natureza em seu lugar.

Agora, se pudermos descobrir como remover o cloro, pesticidas e outros resíduos tóxicos, com uma planta, isso seria precioso. Opções além da compra de um sistema de osmose reversa seria tão benéfico como folhas de Tulsi, uma vez que até mesmo plantas de casa tendem a crescer melhor em água sem cloro em si, e os peixes definitivamente não gostam do produto químico. Se folhas de Tulsi fazem isso com o flúor, não há porque não ter outra planta na cornucópia da natureza que possa ajudar com outras toxinas.

http://noticias-alternativas.blogspot.com.br/2013/04/manjericao-santo-remove-fluor-da-agua-e.html

A Pria possui óleo essencial de manjericão santo!

MANJERICÃO SANTO (TULASI)

Este mês recebemos um dos óleos essenciais mais preciosos na Índia, o óleo de Tulasi, também chamado de tulsi. Em verdade, este óleo essencial é obtido de uma variedade de manjericão, conhecida como “Majericão Santo” (Ocimum sanctum).

Este planta possui óleos essenciais quimiotipados e o que obtemos possui um excelente perfume, advindo da união de fenóis e sesquiterpenos. Apesar do eugenol presente neste óleo, o odor de cravo não predomina. Ele possui grande potencial antiinflamatório, analgésico, e antisséptico.

Na Índia, o Tulasi é uma planta universalmente apreciada por yogis, místicos e santos de várias tradições espirituais. A Tulasi é adorada à uma tradição ancestral escrita há mais de 5000 anos atrás. Há muitas referências a esta planta sagrada através dos Vedas, conhecidos como os mais antigos escrituras existentes. Suas flores, folhas e madeira são parte integral da vida e adoração indiana. Nenhuma oferenda é considerada completa sem flores ou folhas de Tulasi, e a madeira é cuidadosamente queimada para a confecção de colares e “japa mala”, contas de meditação usadas para a contagem de mantras e orações.

Tulasi é compreendida como a encarnação em forma de planta da deusa Vrindadevi. Ela incorpora a beleza da flora e da fauna do último ser da floresta espiritual, Vrindavana. Ela aparece nesse mundo através desta planta, e suas folhas podem ser usadas para se ofertar a Krishna.

Tulasi é simples em todos os sentidos. Simples ao se ver, simples ao se tocar, simples ao ser relembrada, simples ao se ouvir dela, ou simples ao se assoprar sua árvore, há sempre simplicidade. Qualquer um que se encontra com a árvore Tulasi nas formas mencionadas acima vive eternamente no mundo espiritual. Purificando o corpo, mente e emoções, os grânulos de Tulasi sempre podem ser vistos ao redor dos pescoços de yogis sérios e místicos na Índia. Em praticamente todo templo da Índia há um lugar especial reservado a esta planta sagrada.

“Se em algum lugar uma pessoa semea uma árvore de Tulasi, essa certamente se tornara devota ao Sr Krisna. E Quando as folhas da Tulasi forem oferecidas aos Pés de Lotus de Krisna, terá total desenvolvimento do amor pela Suprema Personalidade de Deus.” Skanda Purana

“Aquele que faz todo o trabalho como uma oferenda para Deus – abandonando o apego egoísta aos resultados – fica intocado pelas reações kármicas, ou pecados, exatamente como uma flor de lótus jamais é molhada pela água (5.10). Ofereça-Me uma folha, uma flor, um fruto ou água com devoção, eu aceitarei e provarei a oferenda da devoção pelo coração puro (9.26).”
Bhagavad Gita

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