LINHAÇA E CHIA: QUAIS SÃO AS DIFERENÇAS DE SUAS SEMENTES E ÓLEOS?

linhaça chia

A linhaça é uma semente oleaginosa que tem sido estudada por seus efeitos benéficos à saúde e por isso é considerada como um alimento funcional. Por conter compostos antioxidantes e anticancerígenos, traz benefícios para o coração, intestino e até mesmo prevenindo alguns tipos de câncer.

A linhaça tem cerca de 39% de óleo em sua composição, sendo considerado um dos alimentos mais ricos em ômega 3 da natureza. Este nutrientes tem funções muito importantes no nosso corpo, considerado uma gordura poli-insaturada que atua reduzindo os níveis do colesterol LDL (ruim) e aumentando os de HDL (colesterol bom), sendo definido como um protetor cardiovascular.

Estudos mostraram que o ômega 3 é capaz de gerar reações anti-inflamatórias, combatendo inflamações que podem ser causadas por fatores como dislipidemias, obesidade, hiperglicemia, sedentarismo, tabagismo.

A alta taxa deste nutriente faz da linhaça um alimento de caráter preventivo à saúde, sendo um importante agente antioxidante e renovador celular, por exemplo, o cérebro humano e o sistema nervoso central, assim como as membranas do corpo, necessitam de ômega 3 para para o seu ótimo funcionamento.

Semente de Linhaça

Além disto, a linhaça é a maior fonte alimentar de lignanas – compostos fitoquímicos parecidos com o estrogênio, que teriam propriedades anticancerígenas, principalmente em relação ao câncer de mama e cólon. A semelhança da lignana com o estrógeno faz com que eles compensem a menor produção desse hormônio que ocorre na menopausa.

As fibras são outro nutriente em destaque na linhaça. Elas atuam no trato gastrintestinal, modulando a velocidade de digestão e absorção dos nutrientes, bem como promovem o bom funcionamento intestinal. São estes compostos que evitam picos glicêmicos, tornando-as boa opção para os diabéticos, pois estabiliza os níveis de açúcar no sangue e também é uma auxiliar para a prevenção da obesidade, pois ela ativa mais o metabolismo.

A linhaça ainda contém vitaminas B1, B2, C, E e caroteno e minerais como ferro, zinco, alguma quantidade de potássio, magnésio, fósforo e cálcio.

A chia é uma semente originária da planta do deserto Salvia Hispanica, no sul do México. Foi um dos principais componente das dietas astecas e maias. Assim como a linhaça, também é rica em ácidos graxos ômega 3 e em fibras alimentares.

Semente de Chia

As diferenças entre as duas sementes são pequenas, mas muito importantes e devemos considerar cada particularidade no momento da escolha. O preço e a disponibilidade da linhaça ainda ganham disparado da chia, tornando esse superalimento mais acessível para mais gente se beneficiar de suas vantagens. Outro ponto que a linhaça ainda ganha é nos efeitos positivos para as mulheres que enfrentam os sintomas da menopausa. A chia não contém lignanas em sua composição, e desta forma não minimizam os sintomas desconfortáveis desta fase, como os calores e a depressão.

Por outro lado, a chia vence em algumas outras comparações. Esse alimento possui mais níveis de minerais importantes, como cálcio, manganês e fósforo – benéficos para ossos e dentes – como também para absorção de outros nutrientes e reparação celular e dos tecidos. A chia é uma campeã nos níveis de antioxidantes, que previnem o envelhecimento precoce e impactam no melhor funcionamento de todos os sistemas do organismo.

A maior vantagem da chia em relação à linhaça é a sua durabilidade e digestibilidade. A linhaça contém óleos que se oxidam facilmente, o que faz ela ter validade de, no máximo, um ano. Mas como é mais comum a linhaça ser estocada exposta à luz em embalagens transparentes, e também ser vendida em forma de farinha ou óleo, muito da linhaça consumida contém gordura rança, que ao invés de beneficiar, até pode causar problemas de saúde.

Além disso, a linhaça tem uma casca dura, então consumi-la inteira impede que tenhamos acesso aos seus benefícios, pois não conseguimos digeri-la. O ideal é triturar as sementes na hora do uso, e/ou fazer um gel do alimento, deixando-o de molho por 30 minutos em água.

Já a chia, por conter níveis muito altos de antioxidantes naturais, tem validade extremamente longa e não fica rança facilmente (há fontes que dizem que essas sementes duram mais de 30 anos para consumo). Outra característica que faz a chia ser mais fácil de consumir é que conseguimos digerir a semente facilmente. O ideal é comprá-la inteira e acrescentá-la nas suas preparações de alimentos ou em comidas prontas.

A porção recomendada dessas sementes é de 10 gramas por dia, aproximadamente de uma colher de sopa que podem ser utilizadas em iogurtes, saladas, sucos, vitaminas, cereais, massas de pães e bolos e em vários outros alimentos.

Lembrando que independente da semente que for escolhida para consumo, faz-se necessário a associação com uma dieta equilibrada para que todos os benefícios sejam obtidos. Na dúvida, consulte um nutricionista para lhe informar as melhores opções para cada caso.

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Texto compartilhado por Fabian Laszlo através do Facebook

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